On quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Como apresento aqui cenários em que é muito difícil e caso impossível sentir, ver ou justificar a presença de deus ou deuses, o normal é apresentar cenários onde reina a desordem e a morte, ou injustiça. Mas hoje vou apresentar algo em sentido contrário, como adoro este país e sempre que posso tento achar motivo para falar dele, então hoje é o dia do Japão.




Para não parecer tendencioso resolvi pegar dados de fontes que apontam as partes positivas e os problemas socias que este país passa, ainda por cima através de uma visão religiosa.

Em resposta a galera que diz que o fruto do sofrimento são as escolhas políticas/sociais/qualquer-coisa-menos-culpa-de-deus dos lugares, apresento um lugar contrário, que não é perfeito, mas como podemos ver, está muito próspero, parece que nem sempre a escolha por não estar com qualquer deus trás sofrimento, certo?

Dados da Wikipedia(tmb dia da Wikipedia, rsrs):

Uma grande potência econômica, o Japão possui a segunda maior economia do mundo em PIB nominal e a terceira maior em poder de compra. É também o quarto maior exportador e o sexto maior importador do mundo, além de ser o único país asiático membro do G8. O país mantém uma força de segurança moderna e ampla que é utilizada para auto-defesa e para funções de manutenção da paz. O Japão possui um padrão de vida muito alto (10º maior IDH), com a maior expectativa de vida do mundo (de acordo com estimativas da ONU e da OMS) e a terceira menor taxa de mortalidade infantil.

Problemas socias na visão Jesuíta:

Os políticos continuam aparecendo em primeiro lugar nos meios de comunicação, mas as razões são os escândalos e a corrupção. O Japão sofre falta de liderança em todos os campos, sobretudo com os políticos. Grande parte da população se tem desintegrado da política e dos problemas sociais. Como resultado, a juventude, totalmente desorientada, tornou-se apática e egoísta, as relações sexuais têm piorado e há grande número de divórcios.
O Japão, uma máquina formidavelmente organizada na qual as pessoas tendem a desaparecer como indivíduos, tem muitos problemas de discriminação e injustiças, de violência e corrupção, de destruição ecológica. Porém, nestes últimos dez anos têm aparecido milhares de organizações de cidadãos que atuam livremente para fazer uma sociedade mais humana. São grupos apolíticos por opção e reacionários a qualquer religião. Escolhem programas alternativos e apresentam desafios a religiões que, como o Cristianismo, falam de opção pelos pobres. Nos últimos anos vem crescendo as redes de ONGs e suas atividades políticas sem filiação a partidos.


Camisas Vero

3 comentários:

Anônimo disse...

Se for comparar o nível de corrupção, juventude desorientada, e problemas sociais com o Brasil, é de o Brasil sentir vergonha por ser teísta demais.

Dafne disse...

Tb adooooooooooooooooooro o Japão, quero morar lá!

Fabenrik disse...

Então seremos vizinhos, Dafne!


@Anonimo

É pura verdade, dê uma olhada tbm nos outros posts da série que vai entender a lapada na cadeira de duas pernas do cristão.


Fabenrik
ateu e atoa

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