On segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Á partir desta postagem passarei e fazer a série ATEUS vs TEÍSTAS de uma forma diferente.
Vou mostrar alguns assuntos abordados em blogs que são contra o ateísmo, por consequência são blogs teístas e mostrar a contenda argumentativa e deixando para meus leitores e amigos decidirem quem acharam certo na argumentação. Lógico que aqui é um blog ateísta, mas nada impede dos teístas opinarem.


O objetivo desta postagem é principalmente o crecimento ideológico, posso garantir que depois que passei a frequentar blogs que são de opinião contrária, passei a melhorar com relação ao entender o outro lado, e outros aspectos que enriquecem e melhoram nossa própria forma de pensar. 
Em hora alguma deve-se incentivar que as pessoas tenham raiva umas das outras por suas ideologias diferentes!


O cenário é uma postagem do Mats em que o mesmo traça um parelelo entre ateísmo, homossexuais e pedofilia.
Critica um filme brasileiro que mostra a relação afetiva entre dois meninos bem novos, abaixo de dez anos, em um ponto de perceber que ali existe mais que amizade, e posteriormente o filme mostra que disto nasce uma relação homossexual.
O amigo Mats, do blog Darwinismo, por ser cristão é contra o homossexualismo.
Porém durante os comentários, que são muitos, se tiverem paciência de ler... tento demonstrar ao mesmo que a bíblia não delimita idade para ser criança, não delimita idade para casar, não delimita idade para ter a primeira relação sexual, e o que delimita é que consigam ensinar outras crianças sobre as verdades divinas, ser responsáveis sobre um lar e gerar filhos, e nem idade para ter o primeiro filho delimita.
Ele afirma que no ateísmo, pelo fato de não ter um guia de moral "Absoluto"(sabemos nós, que de absoluto não tem nada, falando de respeito pelas tais regras, mas no embate não pensei em demonstrar esse lado, poderia ganhar dentro da "filosofia" dele), todas as formas de moral são igualmente válidas. Portanto, quem acredita que matar é certo e quem acredita que só deve fazer caridade e ajudar as pessoas é um tão válido quanto o outro. Por isso, o ateísmo é mais suscetível à aceitar qualquer outra forma de moral, seja ela prejudical ou não, estará sendo uma tão válida quanto à outra.
Esse é um resumo da idéia dele e da minha. Como é a minha primeira postagem sobre a questão, ela vai ficar muito extensa devido ao fato de que queria procurar um debate bem interessante para ser o primeiro. Gostaria de suas opiniões e vou colocar uma enquete nesta postagem para votarem que julgam ter defendido melhor sua idéia, assim possivelmente estando certo no que diz.

Se participou de algum embate e quer que seja publicado aqui no ATEUS X TEÍSTAS, mande-nos CLICANDO AQUI:



Quem quiser ver todos os comentários pode acessar no blog do Mats, Darwinismo.
Vou colocar aqui os últimos comentários:



Mats disse


  1. Amigo Fabenrik,
    Onde estão as minhas respostas?
    1. O facto da Bíblia não dizer quando é que acaba a infância e começa a vida adulta ou a adolescência, não invalida que a Bìblia defina o que é um casamento, e quais são as funções inerentes a um. Concordas com isso ou não?
    2. Como é que ao teu ateísmo delimita uma idade da outra?
    Ainda não deste nenhum argumento ateu válido contra a pedofilia.
    Reafirmo os meus pontos:
    1. Secularistas são mais susceptíveis de normalizar a pedofilia que os cristãos.
    2. A descrição Bíblica do casamento não dá campo de manobra à pedofilia
    3. Se Deus não existe, cada pessoa inventa os comportamentos morais que ela quer, e os que ela inventa são tão válidos como quem pensa exactamente o reverso.
    Volto a lançar-te as perguntas:
    a. Concordas que o ateísmo é mais susceptível do que o cristianismo de legitimar a pedofilia?
    b. Concordas que se Deus não existe, todos os comportamentos morais são válidos?
    c. Concordas que a definição Bíblica de casamento não dá margem à pedofilia, enquanto que o ateísmo dá?
    Tenta responder às perguntas sem rodeios, por favor. Dá-me respostas directas e concisas de forma a que nós possamos saber como é que o teu ateísmo fornece uma plataforma moral válida contra a normalização da pedofilia.
    Fico à espera.













  2. fabenrik disse







    Onde estão as minhas respostas?
    1. O facto da Bíblia não dizer quando é que acaba a infância e começa a vida adulta ou a adolescência, não invalida que a Bìblia defina o que é um casamento, e quais são as funções inerentes a um. Concordas com isso ou não?
    Estão aqui:
    1- Claro que invalida, o sujeito pode casar com a pessoa da idade que ele INFERIR, o que me garante que ele vai INFERIR certo se a bíblia lhe dá essa liberdade e a mesma basta como guia? Portanto NÃO concordo de jeito e maneira.






    2. Como é que ao teu ateísmo delimita uma idade da outra?
    A resposta que eu posso te dá sobre essa pergunta não vai te satisfazer…
    Mas não estou aqui para isso:
    a – O ateísmo não é um guia, é uma negação da existência de deus/divindades;
    Isso traz duas perguntas Mats, que eu vou responder e que quero que tu respondas, por gentileza:
    a – O fato de não ser um guia, delimita o indivíduo de ter um qualquer? (que não seja oriundo do pressuposto que deuses existe, se agir assim, estaria sendo inconsistente, o ateu)
    Minha resposta: Não delimita, mas ele tbm pode escolher não ter.
    b – Qual seria a necessidade do ateu possuir um guia moral? O ateísmo não diz o que é certo ou errado, não diz o que se deve fazer e o que não se deve fazer, qual seria o motivo então de respeitar regras?
    Minha resposta, a vida em sociedade exige esse respeito à regras. Concorda Mats? Se o ateu gosta de coisas que a sociedade não aceita, ele tem que mudar de sociedade, para uma que aceite ou mudá-la.






    Reafirmo os meus pontos:
    1. Secularistas são mais susceptíveis de normalizar a pedofilia que os cristãos.
    2. A descrição Bíblica do casamento não dá campo de manobra à pedofilia
    3. Se Deus não existe, cada pessoa inventa os comportamentos morais que ela quer, e os que ela inventa são tão válidos como quem pensa exactamente o reverso.
    Minhas respostas:
    1 – No cristianismo a pedofilia depende do INFERIR do cristão que não pode buscar outros meios de saber os limites de tal, uma vez que a bíblia basta, mas não satisfaz esses questionamentos, no ateísmo/secularista a pedofilia pode ser autenticada desde que a lei, a sociedade e a ciência aprove;
    2. A descrição Bíblica do casamento dá campo de manobra à pedofilia, uma vez que não delimita idade, apenas limitando a questões pscicológicas e espirituais que não definem idade nem mínima e nem máxima, dependendo do que o cristão conhecer;
    Se você me explicar o motivo pelo qual o cristão não vai escolher uma pessoa de dez anos e não vai escolher uma pessoa de outra idade, seria ótimo, até agora não me disse.
    3. Se Deus não existe, cada pessoa inventa os comportamentos morais que ela quer, e os que ela inventa são tão válidos como quem pensa exactamente o reverso (e tem que achar uma sociedade que aceite esse comportamento), desde que não seja oriundo de crenças em deuses, que para o ateu não são válidos;






    Volto a lançar-te as perguntas:
    a. Concordas que o ateísmo é mais susceptível do que o cristianismo de legitimar a pedofilia?
    Não, o ateísmo pode normalizar a pedofilia se suas fontes de conduta, sociedade que vive e conceitos oriundos de pressupostos que deuses não existem disserem que sim. O cristianismo não tem limites de idade e nem a liberdade de buscar esses limites em outras fontes.






    b. Concordas que se Deus não existe, todos os comportamentos morais são válidos?
    Tirando os que se justificam pela existência de divindades, sim. (A pessoa que tem procurar uma sociedade que aceite suas condutas morais)






    c. Concordas que a definição Bíblica de casamento não dá margem à pedofilia, enquanto que o ateísmo dá?
    Não concordo, como já expliquei, descrevi e exemplifiquei no ateísmo é uma possibilidade remota, no cristianismo é uma realidade, falando de um cristianismo teocrático e como único guia moral sendo a bíblia.
    Vc não me respondeu o que garante, que se baseando apenas na bíblia o que levaria o cristão a não inferir para casar com uma pessoa da idade que fosse INFERIDO pelo mesmo.
    Até agora em nenhum conceito que vc me deu, Mats, dizia uma idade, só fatores psciológicos, que dão condições de ser qualquer idade.
    Fabenrik
    ateu e atoa













  3. fabenrik disse

    E ainda acrescento Mats, a probabilidade do ateísmo normalizar a pedofilia é a mesma não normalizar, não se pode culpar o ateísmo por isso, pode culpar as pessoas, a sociedade.
    Fabenrik
    ateu e atoa













  4. Mats disse







    1- Claro que invalida, o sujeito pode casar com a pessoa da idade que ele INFERIR, o que me garante que ele vai INFERIR certo se a bíblia lhe dá essa liberdade e a mesma basta como guia?
    Como é que a Bíblia lhe dá “liberdade”, se a Bíblia diz que as funções do casamento (algumas) são o de gerar filhos, educar crianças dentro da fé, e cuidar do lar? Como é que uma pessoa que se casa com uma criança de 10 anos pode estar a “inferir” que isso é Biblicamente certo, se tal menina não está pronta a gerar filhos, cuidar do lar e ensinar crianças?
    Ficas aqui com uma coisa para refutares:
    Apesar da Bíblia não dar idades para casamento, a Bíblia dá funções para uma vida de casada. É com base nessas funções que vemos que meninas de 10 anos não estão prontas.
    Agora, o teu ateísmo, vazio de definição do que é um casamento, abre todas as portas para as pedofilia.
    Vês a diferença entre a minha religião e a tua religião? Vês como a falta de uma idade concreta para o casamento é irrelevante, uma vez que dentro da Bíblia está definido o que é um casamento?






    2. Como é que ao teu ateísmo delimita uma idade da outra?
    A resposta que eu posso te dá sobre essa pergunta não vai te satisfazer…
    Mas não estou aqui para isso:
    a – O ateísmo não é um guia, é uma negação da existência de deus/divindades;
    Tens razão: não satisfaz de maneira nenhuma.
    Se Deus não existe, como acreditam os crentes ateus, então não há problemas com a pedofilia.






    Isso traz duas perguntas Mats, que eu vou responder e que quero que tu respondas, por gentileza:
    a – O fato de não ser um guia, delimita o indivíduo de ter um qualquer?
    OS ateus podem ter o guia que eles quiserem, mas como eles não acreditam que haja Um Ponto de Referência Absoluto para a moral, então a sua moral é tão válida como de quem pensa o contrário. Já perdi a conta Às vezes que já disse isto.






    b – Qual seria a necessidade do ateu possuir um guia moral? O ateísmo não diz o que é certo ou errado
    Por acaso diz. Tu dizes que está errado em fazer decisões sociais baseadas no cristianismo. ISto deve-se À tua fé no ateísmo.






    Minha resposta, a vida em sociedade exige esse respeito à regras.
    Se vivesses na sociedade nazi, respeitavas a regra de descriminar os judeus? Ou será que a necessidade de se integrar numa sociedade não é justificação para certos comportamentos?
    Se vivesses numa sociedade que sacrifica crianças em fogueiras, farias o mesmo? Se sim, então isto mostra que o teu ateísmo molda-se àquilo que a sociedade diz, o que confirma o que eu disse anteriormente;: o ateísmo não tem forma de combater o ateísmo. Se a sociedade legalizá-la, então o ateu vai atrás.
    Certo?






    Se o ateu gosta de coisas que a sociedade não aceita, ele tem que mudar de sociedade, para uma que aceite ou mudá-la.
    Mas a pergunta mantém-se: para quÊ tentar mudá-la se a sociedade diz que está certo?






    1. Secularistas são mais susceptíveis de normalizar a pedofilia que os cristãos.
    2. A descrição Bíblica do casamento não dá campo de manobra à pedofilia
    3. Se Deus não existe, cada pessoa inventa os comportamentos morais que ela quer, e os que ela inventa são tão válidos como quem pensa exactamente o reverso.
    Minhas respostas:
    1 – No cristianismo a pedofilia depende do INFERIR do cristão que não pode buscar outros meios de saber os limites de tal, uma vez que a bíblia basta, mas não satisfaz esses questionamentos,
    Como a Bíblia mostra quais são as funções dum casamento, e o que é necessário para se entrar num, a mesma claramente diz comportamento pedófilo está errado.
    O ateísmo, por seu lado, vai-se ajustando ao que a sociedade diz, uma vez que o ateísmo não forma de resistir ao avanço da pedofilia.
    Se amanhã a pedofilia for legal no Brasil, os ateus não tem como resistir.






    o ateísmo/secularista a pedofilia pode ser autenticada desde que a lei, a sociedade e a ciência aprove;
    Obrigado mais uma vez por confirmares que o ateu pode mudar a sua visão sobre a pedofilia mal a lei, a sociedade e a “ciência” assim o confirmem.
    Por isso é que o ateísmo é uma ideologia tão perigosa para a sociedade. Moralmente falando, vocês seguem (que nem cordeiros) os vossos lideres ateus. Se cientistas ateus usarem a “ciência” para justificar o estupro, os ateus vão achar isso normal e moralmente aceite.
    Não sei se te apercebes, mas acabas de mostrar o perigo que é o ateísmo.






    b. Concordas que se Deus não existe, todos os comportamentos morais são válidos?
    Tirando os que se justificam pela existência de divindades, sim. (A pessoa que tem procurar uma sociedade que aceite suas condutas morais)
    Mas porquê excluir os que se baseiam em “divindades”? Se Deus não existe. todos os comportamentos morais são válidos, inclusive os comportamentos que se baseiam naquilo que as pessoas julgam vir de Deus Tu não podes excluir as pessoas que baseiam os seus comportamentos em “divindades” porque isso coloca o que TU acreditas como referência absoluta para a moral. Mas o teu ateísmo diz que não há referência Absoluta para a moral, e como tal, não podes qualificar comportamentos baseados no teísmo como inválido.






    Vc não me respondeu o que garante, que se baseando apenas na bíblia o que levaria o cristão a não inferir para casar com uma pessoa da idade que fosse INFERIDO pelo mesmo.
    Simples, como se viu em cima. A pessoa pode “inferir” o que ele quiser, mas tem que ver se a pessoa com quem quer casar pode, no mínimo, gerar filhos, ensinar crianças e cuidar do lar responsavelmente.






    Até agora em nenhum conceito que vc me deu, Mats, dizia uma idade, só fatores psciológicos, que dão condições de ser qualquer idade.
    Cuidar de uma casa de família, ensinar as crianças sobre a Verdade de Deus, e gerar filhos não são condições presentes em qualquer idade.
    Não conheço muitas crianças de 10, 12 ou 13 anos que consigam ensinar outras crianças sobre as verdades Divinas, ser responsáveis sobre um lar e gerar filhos e filhas.. Conheces alguma?
    Como vês, o “inferir” não é suficiente. É preciso vÊr se é capaz de levar a cabo algumas das funções do casamento. A Bíblia diz quais são, mas o ateísmo não.
    O ateísmo nem tem uma definição do que é um casamento, portanto dentro do ateísmo não há problemas em um homem de 45 anos se casar com uma menina de 10 anos, se a sociedade assim o achar, certo?













  5. fabenrik disse







    Cuidar de uma casa de família, ensinar as crianças sobre a Verdade de Deus, e gerar filhos não são condições presentes em qualquer idade.
    Não conheço muitas crianças de 10, 12 ou 13 anos que consigam ensinar outras crianças sobre as verdades Divinas, ser responsáveis sobre um lar e gerar filhos e filhas.. Conheces alguma?
    Pergunta de ouro!
    Se conhecer pode, Mats? ( )Sim ( )Não
    Justifique sua resposta, ok?
    Pergunta de ouro!
    É Mats, com honestidade, vai ser difícil responder essa. A falácia vai ter que agir alto nessa pergunta. Quero ver dizer Sim, pq isso, isso e isso, mas duvido que o ache e comprove! (se pudesse eu iria até vc apertar sua mão e lhe admiraria como pessoa)
    Ou dizer: Não, Fabenrik, pq eu Mats busco dos conceitos externos e relação à bíblia, pois preciso para não cometer este ato. (se pudesse eu iria até vc apertar sua mão e lhe admiraria como pessoa)






    E parece que conhece algumas, não é? Só falta achar que elas podem fazer sexo. Pronto! Viu como disse que não é tão difícil assim? (E se vc que talvez tente agir da melhor forma possível pode chegar a fazer essa afirmação, para achar um outro que pense um pouquinho diferente para cometer o ato da pedofilia, não será tão raro quanto as “crianças de 10, 12 ou 13 anos que consigam ensinar outras crianças sobre as verdades Divinas, ser responsáveis sobre um lar e gerar filhos e filhas”.
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    Mas porquê excluir os que se baseiam em “divindades”? Se Deus não existe. todos os comportamentos morais são válidos, inclusive os comportamentos que se baseiam naquilo que as pessoas julgam vir de Deus Tu não podes excluir as pessoas que baseiam os seus comportamentos em “divindades” porque isso coloca o que TU acreditas como referência absoluta para a moral. Mas o teu ateísmo diz que não há referência Absoluta para a moral, e como tal, não podes qualificar comportamentos baseados no teísmo como inválido.
    Vc diz isso, (ou ouviu alguém dizer e repete igual papagaio, tanto que ao aprofundarmo-nos nisso, fica sem alternativa, pois aparentemente nem sabe o motivo de estar a dizer isso), certo? Se eu não acredito na origem dessas fontes de morais pq cargas d’água tenho que considerá-las tão válidas quanto as minhas?
    Esse me comentário acima remete ao fato de repetir tbm feito um papagaio que o ateísmo é uma religião, então quando lhe apresento a “nossa” religião dos que não creêm em Pai Natal/Papai Noel fica sem dizer nada. Não desenvolve a idéia acusatória que apresentou. Dá a entender que achou legal dizer isso para enraivecer algum ateu bobo e não sabe nem o motivo de o dizer. Pq não crer em Pai Natal não é uma religião (ou é?) e nao crer em deus é? Qual a diferença? Se for comportamente assumido por uma falta de fé em algo dessa origem, já te adianto que deve achar que a religião dos “Não creio em Pai Natal” é uma religião, pois assume-se um comportamento e ainda aproveito a oportunidade para dizer que quem não crê em Pai Natal costuma achar a crença bobagem, menos válida e/ou pueril, daí uma das explicações pelas quais afirmo que as fontes morais oriundas do pressuposto que divindades existem são menos válidas.
    Fabenrik
    ateu e atoa




Camisas Vero

4 comentários:

Moacir Marques disse...

Apenas gostaria de comentar sobre "Moral"...
A frase eh velha mas resume bem a minha "moral":
Não faça aos outros aquilo que não quer que façam a você.
Não mato outras pessoas pq não quero que me matem...
Não faço sexo com crianças pq
não gostaria que tivessem feito comigo quando ainda era infante...
Não roubo pq não gostaria de ser roubado...
Isso não tem nada haver com "deus" (minúsculo mesmo!)
Malditos os crentes que só seguem uma conduta moral pq tem medo do castigo de "deus". M-A-L-D-I-T-O-S.
E tenho dito

RobertoPC disse...

a. Concordas que o ateísmo é mais susceptível do que o cristianismo de legitimar a pedofilia?

E os padres que comem garotinhos?!

ahuahuahuhauauhahuauahuahuahuahuha

O mais engraçado de ver em uma discussão dessas, são o quanto ridículos são os argumentos dos teístas.

Leandro disse...

A resposta dessa questão é muito simples, a Bíblia delimita sim uma idade para o sexo, uma vez que delimita um "lugar", e este lugar é dentro do casamento. Antes que alguém diga que não delimita idade para o casamento vou logo deixando o versículo "Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á ã sua mulher, e serão uma só carne." Genesis 2-24. Resta claro que este momento é aquele quando o rapaz já tem estrutura, física, psicológica e financeira de suportar, prover, proteger e conduzir uma família. Valeu gente.

Fabenrik disse...

O que não trás um número, e fica a cargo da inferência do cristão ainda, amigo Leandro. Sua intenção é boa, não prejudica ninguém, mas que dá entrada dá, esse seu versículo não acrescentou ainda algo ao debate.
Se tiver alguma dúvida, consulte um advogado que entende muito bem de brechas na lei, e pergunte qual o tamanho dessa brecha, e o que um cristão poderia fazer se o estado fosse teocrático e vivesse apenas com as leis bíblicas...


Fabenrik

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