On quinta-feira, 18 de março de 2010

Camisas Vero

15 comentários:

EDUARDO LANNA disse...

viu ai fabio ele ficou maluco de tanto pensar sobre esse assunto se cuida hein cara se não vai pelo mesmo caminho...

EDUARDO LANNA disse...

ah e como eu já imaginava ele virou ateu depois de uma perda....sempre é assim q acontece com os ditos ateus,perde a crença depois de uma perda mto grande

EDUARDO LANNA disse...

até hoje não conheci nem um ateu sequer q tenha desistido de crer em Deus por outras circunstância q não tenha sido por causa da perca de alguem ou algo....por isso q não acredito em ateu,no fundo eles crê em Deus só esta com magoa de Deus por ter levado ou tirado algo dela.

Leonardo disse...

É realmente eu perdi a minha capacidade de ser enganado...
Hehehe.

Dafne disse...

Ué, vc mesmo não passou por isso?

Fabenrik disse...

Quando eu perdi alguém, Lanna, já era ateu tinha muito tempo...
Portanto, prazer, sou o primeiro ateu que não é ateu por ter perdido alguém, seu pastel.


Fabenrik
ateu e atoa

EDUARDO LANNA disse...

Dafne disse...

Ué, vc mesmo não passou por isso?

______________________________________
eu não,só comentei q por um dia fiquei com raiva de Deus e botei Ele contra a parede....

EDUARDO LANNA disse...

Fabenrik disse...

Quando eu perdi alguém, Lanna, já era ateu tinha muito tempo...
Portanto, prazer, sou o primeiro ateu que não é ateu por ter perdido alguém, seu pastel.

______________________________
ah para de kao rapá eu sei q foi por alguma perda...mais é claro q vc não irá admitir isso eu já sabia seu gordo lerdo..kkk

Fabenrik disse...

Bem, só achando que estou mentindo, mas todo louco é assim, quando contrariado, acha que o mundo está mentindo contra ele

Felipe Dardengo disse...

Eu sou ateu e não precisei perder ninguem pra isso. Para uma pessoa virar ateu não presisa acontecer nhuma trajedia na vida, basta simplesmente começar a analizar as informações com um olhar mais critico que vc verá as falhas. Eu virei ateu justamente estudando sobre a historia das religiões.

EDUARDO LANNA disse...

Felipe Dardengo disse...

Eu sou ateu e não precisei perder ninguem pra isso. Para uma pessoa virar ateu não presisa acontecer nhuma trajedia na vida, basta simplesmente começar a analizar as informações com um olhar mais critico que vc verá as falhas. Eu virei ateu justamente estudando sobre a historia das religiões.
______________________________
é meu caro sinto lhe dizer mais DEus não é religião,nunca foi e nunca será.....pq religião foi inventada pelo homem e tudo q o homem inventa vai sempre haver erros e controversias...é cada um q aparece aqui putz

Felipe Dardengo disse...

Primeiramente, eu não estou discutindo a inexistência ou a existência de um deus aqui, eu só quis dizer que não necessariamente uma pessoa precisa perder alguém para deixar de acreditar em deus, e disse que EU deixei de acreditar em deus estudando religiões, isso foi o que aconteceu comigo. O que vc pensa sobre religião e deus não me interessa

Robson disse...

Eu ja assisti ao filme e gostei bastante, apesar dele não tratar profundamente da teoria da evolução em si, e se focar mais nos dramas pessoais de Darwin, que não eram poucos.

Em "Criação", Darwin serve como moldura para drama

SÃO PAULO - Um dos episódios mais importantes da história da ciência, o desenvolvimento da Teoria da Evolução, torna-se o pano de fundo para um drama familiar, em "Criação", que estreia em circuito nacional.

O inglês Paul Bettany ("O Código Da Vinci") e sua mulher Jennifer Connelly ("Ele não Está Tão a Fim de Você") interpretam o cientista Charles Darwin e sua mulher Emma, cuja crise no casamento se transforma em mote para o longa dirigido por Jon Amiel ("O Núcleo").

As descobertas de Darwin, a formulação de seus pensamentos e teoria não ganham muito espaço no filme à medida em que a narrativa avança e o drama familiar toma conta da história. Começando pela morte prematura da filha de 10 anos do casal, Annie (Martha West), que era bastante próxima do pai, e gostava de ouvir histórias de zoologia, das viagens de Darwin a terras distantes e especialmente sua amizade com uma macaquinha.
Cenas do passado e do presente se alternam. Pai e filha conversam, e ela parece ser a única que o compreende e realmente se interessa por seus estudos e pesquisas. No presente, o cientista se debate entre sua fé cristã, cada vez mais desgastada depois da morte da filha, e suas formulações científicas, que desafiam o dogma do criacionismo.

Ao contrário de Darwin, sua mulher está cada vez mais apegada a Deus e à religião e preocupada, não sem razão, com a saúde mental do seu marido. As implicações teológicas da teoria dele também a preocupam. A religião é representada pelo pastor local (Jeremy Northan, de "A Invasão"), que nunca bate radicalmente de frente com o cientista, mas tenta dissuadi-lo de suas ideias.

"Criação" é um filme que surpreende pelos caminhos escolhidos para contar a história. Nunca é óbvio, mas também nunca se aprofunda em seus temas. Ao optar por dar mais espaço para o drama familiar em detrimento das pesquisas e descobertas científicas de Darwin, faz parecer que a Teoria da Evolução só existiu porque o cientista mergulhou no seu trabalho depois da morte da filha.

O roteiro, assinado por John Collee ("Happy Feet", "Mestre dos Mares"), baseia-se num livro de Randal Keynes, um descendente direto de Charles Darwin, e se abre em tantas tramas, com idas e vindas no tempo, que o foco de "Criação" acaba se perdendo. As descobertas do cientista são relegadas a um segundo plano.

Bettany, aliás, já interpretou o amigo imaginário de um cientista em "Uma Mente Brilhante". Aqui, os papeis se invertem. Enquanto faz suas descobertas, Darwin conversa com o fantasma de sua filha. E, como ela é uma criança, ele explica tudo bastante didaticamente.

Assim, não se corre nenhum risco de que o público não entenda o que está acontecendo, porque aos produtores parece necessário esse tipo de artifício.

Dada a forma como "Criação" mostra Darwin, é de se estranhar que algum dia ele tenha conseguido colocar sua teoria no papel. Afinal, ele sempre está tão ocupado com outras coisas que, quando o livro fica pronto, é praticamente um milagre.

Assim, sem nunca revelar como isso realmente aconteceu, o longa se transforma em mais um drama sobre perda e superação, deixando de lado uma abordagem mais original.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

EDUARDO LANNA disse...

Felipe Dardengo disse...

Primeiramente, eu não estou discutindo a inexistência ou a existência de um deus aqui, eu só quis dizer que não necessariamente uma pessoa precisa perder alguém para deixar de acreditar em deus, e disse que EU deixei de acreditar em deus estudando religiões, isso foi o que aconteceu comigo. O que vc pensa sobre religião e deus não me interessa
_________________________________
calma ateuzinho sem stress...ficou brabinha é....rsrsrsrs

Dafne disse...

Tá tensa a situação aqui, hein?

Postar um comentário

Antes de postar, conheça as "Regras", por favor.